Você está aqui:Município»Concelho»Concelho

Mapa do Concelho



pdf Mapa de Ferreira do Alentejo
pdf Mapa das estradas do Concelho



mapa do concelho
 
 
Região: Baixo Alentejo
Distrito: Beja
Freguesias: 4
(Alfundão e Peroguarda, Ferreira do Alentejo e Canhestros, Figueira dos Cavaleiros e Odivelas)
Área Ocupada: 648,249 Km2
População - Residentes Totais: 8255
População - Presentes Totais: 7987
Densidade Populacional: 12,73 hab/km
Taxa de Natalidade H/M: 8.9 Permilagem
Taxa de Mortalidade H/M: 18.3 Permilagem
Taxa de Envelhecimento H/M: 194.8%
Capacidade de Alojamento dos Estabelecimentos Hoteleiros: 182 Lugares
Taxa de Ocupação dos Estabelecimentos Hoteleiros: 5.3%
Estada Média por Hóspede em Estabelecimentos Hoteleiros: 2/3 Noites
Sociedades Sedeadas: 196
Sociedades do Sector Primário: 25,0%
Sociedades do Sector Secundário: 12,8%
Sociedades do Sector Terciário: 62,2 %
Taxa de Desemprego H/M: 10.4%
 


Alfundão e Peroguarda


Alfundão

thumb_bras_alfundao1







Descrição

Área Total: 52.1 Km2
Densidade Populacional: 19,2 hab/km2
População: 998

Actividades Éconómicas:Agricultura, olivicultura e pecuária 

Festas e Romarias: Nossa Senhora da Conceição (Agosto) 

Património: Ponte romana e calçada, igreja matriz, capela de S. Sebastião, antiga hospedaria e vestígios romanos 

Outros Locais: Zona de caça associativa 

Artesanato: Miniaturas em cortiça e madeira e sapatariaponteromalf manual 

Colectividades: Centro Cultural e Desportivo de Alfundão e Grupo Coral de Alfundão 

Orago: Nossa Senhora da Conceição



Resenha Histórica


No extremo oriental de Ferreira do Alentejo, a freguesia de Alfundão delimita este concelho dos de Cuba e Beja. 

É uma das mais antigas povoações do Alentejo. Parece ter sido muito importante, inclusivamente, durante o período romano. Duas inscrições dedicadas à deusa Fortuna são os vestígios mais esclarecidos desse tempo da história de Alfundão. O próprio topónimo, ao contrário do que se poderia pensar, não é de origem arábica mas sim latina. Está relacionado com o nome próprio Fundana – importante família da época – ao que os árabes acrescentaram a alf1palavra al. 
  Mesmo sem grandes confirmações documentais, o certo é que, por volta do século XIII, Alfundão seria já um senhorio com jurisdição própria. Em 1372, D. Fernando doou o seu termo a Diogo Afonso de Carvalhal, período a partir do qual passou a ter, mesmo de forma efémera, a categoria de vila. Como referia o Pe. Cardoso no século XVIII, “afirma por tradição ser esta terra criada com o título de vila: hoje é uma pobre aldeia”. 
Actualmente, não diremos tanto. Apenas que é uma freguesia a visitar. Com cerca de mil e duzentos habitantes, que na sua maioria se dedicam ao sector primário.

 

 

 


Peroguarda
Brasão







Descrição
thumb_perocasadopovo
Área total: 68.1 Km2
Densidade Populacional: 7.2 hab/km2

População: 401

Actividades económicas: Agricultura, olivicultura, vinicultura, pecuária, comércio, serralharia, carpintaria e construção civil 

Festas e Romarias: Santa Margarida (fim de Julho) e Páscoa 

Património: Igreja matriz, fontanário das Bicas e cruzeiro 

Outros Locais: Zona de caça turística 

Artesanato: Miniaturas em madeira, sapataria manual e trabalhos de costura 

Colectividades: Sporting Clube de Peroguarda, Grupo Coral Alma Alentejana, Grupo Coral Infantil “Rebentos do Alentejo” e Grupo Coral Feminino 

Orago: Santa Margarida

Resenha Histórica

  A sete quilómetros da sede do Concelho, a Freguesia de Peroguarda situa-se numa das mais importantes regiões cerealíferas do País. É a típica aldeia alentejana, em toda a sua dimensão. Está no extremo oriental do concelho e no seu limite com o de Beja, ao qual, aliás, pertenceu até ao século passado. O seu povoamento é muito antigo. No termo da freguesia, têm aparecido no decorrer de diversas escavações arqueológicas muitos vestígios de civilizações antigas: luso-romanas, visigóticas, árabes. Em inúmeras sepulturas então encontradas, apareceram ossadas humanas a conviver com objectos de barro, lacrimatórios, lucernas e candelabros.thumb_perofonteO sítio da casinha da Pólvora, na parte norte da freguesia, foi aquela que possibilitou o maior número de vestígios. O mais importante deles, no entanto, foi uma lápide funerária luso-romana, de pedra regional e com uma inscrição latina, que durante muitos séculos permaneceu desconhecida na ombreira da Casa de Santa Margarida, e que acabou por passar para a posse do município de Ferreira do Alentejo. Quanto ao nome da freguesia, parece estar relacionado com alguma figura importante durante a Idade Média. Um tal de Pero Guarda, muito provavelmente, que aqui viveu e foi dono da terra, e que depois de morrer lhe deixou o seu nome como imorredoiro legado. Alguns autores aventam a hipótese de ter sido um grande latifundiário do século XV. Em termos eclesiásticos, a freguesia foi um curato da apresentação do arcebispo de Évora, antes da criação da diocese de Beja, passando posteriormente a priorado. O seu prior tinha de rendimento anual cento e oitenta alqueires de trigo. A nível administrativo, foi do concelho de Beja até 1839, passando desde aí para o de Ferreira do Alentejo, onde se encontra hoje. Ana Barbosa e Leonor Briz, em “Viagens na Nossa Terra”, referem-se a esta freguesia no seu roteiro entre Ferreira do Alentejo e Beja: “Procure a saída para Beja e, percorridos dois quilómetros, desvie cuidadosamente para a esquerda, na direcção de Cuba e Beja. O próximo destino é a pequena e ancestral povoação de Peroguarda, onde têm sido encontrados múltiplos vestígios das civilizações luso-romanas e visigótica. A igreja paroquial de Santa Margarida, de fachada seiscentista, tem um interior interessante: mantém do período de Quinhentos a abóbada de nthumb_peroggervuras que recobre a capela de Nossa Senhora do Rosário e, sob a mesa do altar da capela do Santo Cristo, esconde um túmulo do Senhor Morto, fechado por portas de madeira pintadas com as figuras da Virgem Dolorosa e de S. João Evangelista, da época filipina. Para visitar, procure a D. Inês (Rua do Lobo, 6), que faz tapetes de Arraiolos, veste bonecas com trajes regionais e é um activo membro do Grupo Coral de Peroguarda.” Além da Igreja Matriz, dedicada a Santa Margarida, deve destacar-se uma quinta agrícola, à entrada da Freguesia, que em tempos pertenceu ao lavrador José Francisco Sevinate. O seu casario, sobretudo, é de uma grande beleza regional. Aqui esteve, no ano de 1916, o Visconde de Vila Moura, que na época escreveu um interessante depoimento etnográfico sobre o Alentejo, considerando a aldeia “das mais lindas e características da região”. Prenunciando, quase se diria, a classificação feita anos mais tarde pelo S. N. I. de aldeia mais típica do Baixo Alentejo. Como se disse anteriormente, Peroguarda é uma das mais alentejanas freguesias do Alentejo. Tanto que, aquando do concurso “Aldeia mais portuguesa”, organizado pelo Secretariado Nacional de Propaganda durante a ditadura salazarista (1938), foi uma das quatro aldeias da região a ser visitada. Porque simbolizava bem o Alentejo.

Ferreira do Alentejo e Canhestros


Ferreira do Alentejo
Brasão

Descrição
Área total: 228.5 Km2
Densidade Populacional: 21.3 hab/km2

thumb_ferrPopulação: 4866 

Actividades económicas: Comércio, serviços e agricultura. 

Festas e Romarias: Nossa Senhora da Conceição (8 de Dezembro) 

Património: Capela do Calvário e igrejas matriz, de Nossa Senhora da Conceição e da Misericórdia.

Outros Locais: Zona de caça associativa.

Gastronomia: Bolos à Ferreirense, açorda de alho e tomate, carne de porco à alentejana, cozido de grão e sopa de migas. 

Artesanato: Pinturas sobre mobília, olaria, ferro forjado e miniaturas em cortiça e madeira. 

Colectividades: Bombeiros Voluntários, Sociedade Filarmónica, Sporting Clube Ferreirense, Ginásio Clube Ferreirense, Grupo Coral e Etnográfico, e Centros de Convívio. 

Orago: Nossa Senhora da Conceição. 

Feiras: Anual (3.º domingo de Setembro)



Resenha Histórica


 Situada numa pequena elevação,rodeada de extensas planícies, a vila de Ferreira do Alentejo encontra-se no extremo sul deste concelho e no seu limite com os de Aljustrel e Beja. 
Aqui existiu um castelo, ao que parece fundado por D. Gualdim Pais, da Ordem dos Templários. A thumb_ferr1vila, que recebeu foral de D. Manuel I em 1516, pertenceu aos duques de Aveiro e depois à coroa. 
Do património edificado de Ferreira do Alentejo, destaca-se a igreja matriz. Quinhentista, sofreu já desde a sua construção diversas obras de restauro. No interior, pode ver-se uma abóbada artesoada no baptistério e, no altar de Nossa Senhora da Luz, uma tábua também quinhentista. 
Com cerca de seis mil pessoas, esta freguesia é tipicamente urbana, pois tem como principais actividades o comércio e os serviços. A agricultura, aqui, não desempenha o mesmo papel que no resto do concelho.

 

Canhestros
Brasão

 
 
Descrição
Área total: 68.1 Km2
Densidade Populacional: 7.9 hab/km2

População: 541

Actividades económicas: Agricultura, exploração de cortiça, pecuária, comércio e floricultura Junta de Freguesia de Canhestros

Festas e Romarias: Santa Maria (15 de Agosto) e Nossa Senhora de Fátima (13 de Maio) 

Património: Açude, capela de Nossa Senhora de Fátima, ponte estilo romano e calçada romana 

Outros Locais: Pesca na ribeira de Canhestros, zona de caça turística e associativa e aldeia velha 

Colectividades: Associação de Bem-Estar Social dos Reformados e Idosos de Canhestros 

Orago: N.ª Sra. de Fátima

 

Resenha Histórica

A Freguesia de Canhestros, resultado da mais recente Divisão Administrativa do Concelho de Ferreira do Alentejo, foi criada por decreto Lei, a 1 de Fevereiro de 1988. 
O seu povoamento fez-se em épocas muito recuadas, talvez no período Miocénico, segundo alguns estudos realizados recentemente pela Câmara Municipal de Ferreira do Alentejo, mas que no momento, não se encontram ainda publicados. 
Canhestros Os romanos, à semelhança do verificado na generalidade do concelho onde a freguesia está inserida, por aqui terão passado, deixando marcas evidentes da nova civilização que transportaram até à Península Ibérica, e que, no caso de Canhestros, tiveram lugar num período já bem tardio. Para além de vestígios de uma velha calçada romana, provavelmente, um dos muitos troços da via militar que, vinda de Beja por Beringel, prosseguia depois para Alcácer do Sal por Porto de Rei, foram postos a descoberto vários fragmentos de cerâmica comum, tegulae e ímbrices. O povo romano, na região onde está inserida, teria usado uma primeira fortaleza, um castro lusitano de povoamento, da transição do período Neolítico para o Calcolítico, para nela construir um importante Oppidum, o qual se constituíra como um importante centro político e administrativo, denominado Singa. Nessa altura, dispondo de todos os seus meios no sentido de imporem a sua presença nesta área, aquele povo edificara a referida via militar, a qual passaria também pela freguesia de Canhestros. Contudo, a então fortaleza de Singa, ter-se-á visto ocupada e conquistada pelos godos, em princípios do século V, muito embora a resistência dos seus habitantes se tivesse feito notar. A comprovar o referido, foi-nos deixada uma memória, no brasão do concelho, de uma mulher lusitana que, com um martelo em cada mão, terá defendido, a porta do castelo. Nas ruínas da fortaleza de Singa, conquistada pelos muçulmanos em 717, foi edificado um castelo medieval. Na verdade, a acção muçulmana tomou grandes proporções, devendo salientar-se que nesta freguesia se encontram vestígios seus, nomeadamente na roseira natural de Porto Mouro, que ostentando elementos de grande interesse arquitectónico, revela, sobretudo, vestígios do período islâmico. 
Em plena Idade Média, a actual freguesia, vê um pouco dispersa a sua identidade cultural. A única referência escrita, e concreta, chegada até nós sobre o lugar que actualmente ocupa, data do ano de 1927, no qual aparece como povoação integrada na freguesia de Figueira dos Cavaleiros. No entanto, através de Américo Costa, no seu Dicionário Corográfico, soubemos que o Pe. Cardoso registara uma aldeia com este nome, na freguesia de Nossa Senhora da Assunção que pertenceu ao antigo e extinto concelho de Ferreira e Vilas Boas. Tratava--se da actual freguesia de Canhestros, dado que Nossa Senhora da Assunção, foi mais tarde integrada na freguesia de Ferreira do Alentejo, a qual tem por orago, exactamente, Nossa Senhora da Assunção. Deste modo, somos levados a concluir que a povoação de Canhestros, muito provavelmente, terá sido integrada, primeiro, em Nossa Senhora da Assunção - tendo pertencido ao arcebispado de Évora, provedoria da cidade de Beja e ouvidoria do Azeitão - depois em Ferreira do Alentejo, mais tarde, concretamente em 1927, em Figueira dos Cavaleiros, sendo elevada posteriomente a freguesia em 1988. Nessa data, a população de Canhestros viu coroada de êxito uma luta travada por uma aspiração, que há tanto tempo a animava. A sua instituição como freguesia, conforme se lê nos “Apontamentos sobre o concelho de Ferreira do Alentejo” ficou a dever-se à acção conjunta dos órgãos de poder local, especialmente da Câmara Municipal e da população de Canhestros que, sempre acreditaram na justeza da sua pretensão.”




Figueira dos Cavaleiros


Figueira de Cavaleiros
Brasão







Descrição
Área total: 108.6 Km2
Densidade Populacional: 10 hab/km2
População: 1532
thumb_figpais
Actividades económicas: Agricultura, olivicultura, expl. de cortiça e pecuária 
Festas e Romarias: Festas tradicionais (2.ª semana de Agosto) e S. Sebastião (Maio) 
Património: Igreja Matriz e Poço Velho 
Outros Locais: Pesca desportiva no rio Sado e zona de caça associativa 
Artesanato: Trabalhos em buinho, miniaturas em madeira, bordados e tapetes 
Colectividades: Grupo Cultural Os Rurais Figueira de Cavaleiros, Sport Clube Figueirense, Grupo Coral Infantil Figueira de Cavaleiros e Grupo Coral “Os Rurais de Santa Margarida do Sado” 
Orago: S. Sebastião



Resenha Histórica

A nove quilómetros da sede do Concelho, aFreguesia de Figueira dos Cavaleiros encontra-se na margem esquerda da ribeira de Figueira, afluente do rio Sado. É constituída pelos lugares de Figueira de Cavaleiros e Santa Margarida do Sado. 

  thumb_smO seu curioso nome é explicado pelo Pe. António Carvalho da Costa na “Corographia Portugueza” de 1706: “Esta freguesia tomou o nome de Cavaleiros de vinte homens que tinham cavalos de regalo, e eram tão insignes cavaleiros, que de muitas partes os chamavam para correrem nas festas”. Quanto à parte Figueira do topónimo, é de proveniência óbvia. 

A fundação da freguesia de Figueira de Cavaleiros perde-se nas brumas do tempo. Sabe-se, no entanto, que a instituição paroquial esteve ligada à Ordem de Santiago de Espada, que deu origem à paróquia ao edificar, na sua herdade da Figueira, uma ermida dedicada a S. Sebastião, mais tarde transformada em igreja paroquial. 

A igreja paroquial de Figueira de Cavaleiros, dedicada a S. Sebastião, é o maior bem patrimonial desta Freguesia e merece por isso mesmo uma visita daqueles que se deslocam a terras de Ferreira do Alentejo. Pena, infelizmente, a acção negativa que sobre ele exerceu um grande incêndio, ocorrido em 1942.

Interiormente, as características da igreja revelam algumas influências do período barroco seiscentista.

Ainda referência para uma velha pia baptismal, quinhentista, em pedra da região. Existem nesta igreja dois altares. O altar de Nossa Senhora do Rosário, ao Evangelho, conserva algumas imagens de valor histórico e artístico, como a de Santa Ana (cinquenta centímetros) e S. Miguel Arcanjo (sessenta e cinco centímetros), ambas em madeira estofada e de arte popular setecentista. 

O altar de Nossa Senhora de Fátima, que já foi de outra invocação desconhecida, tem as imagens de S. Luís, bispo de Tolosa (sessenta e seis centímetros) e de S. Pedro Papa (setenta centímetros). As duas esculturas são em lenho estofado e terão sido construídas em oficinas regionais dos séculos XVII-XVIII. Nos alçados, podem ver-se ainda representações do Senhor Crucificado, de Santa Luzia, de Santa Bárbara e de Santa Isabel da Hungria. 

A nível administrativo, o termo de Figueira de Cavaleiros sofreu já diversas alterações ao longo dos anos. Na segunda metade deste século, foi desmembrado parte do seu território, que se viria a constituir numa nova freguesia, a de Canhestros, que até aí fora um lugar seu anexo. 

É uma freguesia essencialmente rural. As actividades ligadas ao sector primário, como a agricultura, a olivicultura, a exploração de cortiça ou a pecuária, têm aqui uma clara preponderância.



Odivelas


Odivelas

Brasão









Descrição

thumb_odivpracaÁrea total: 108.6 Km2
Densidade Populacional: 6.4 hab/km2
População: 692 

Actividades económicas: Agricultura, pecuária, expl. de pedra de Diurito, comércio e construção civil 

Festas e Romarias: Santo Estevão (3.º domingo de Julho) 

Património: Igreja Matriz e Ponte estilo romana 

Outros Locais: Barragem de Odivelas, Zona de Caça Associativa e Miradouro 

Gastronomia: Sopas de alho, cação, limado e tomate 

Artesanato: Cestaria de junco

Colectividades: Grupo Desp. de Odivelas e Rancho Folclórico Infantil de Odivelas 

Orago: Santo Estêvão


Resenha Histórica

É uma das mais antigas freguesias do concelho de Ferreira do Alentejo, embora nem sempre lhe tenha pertencido. Aqui se encontraram diversos vestígios da civilização romana, sendo que passava por Odivelas a antiga estrada militar do imperador Antonino Pio. Dos objectos encontrados até hoje, destacam-se alicerces de construções, cerâmica, moedas, mosaicos, silos e diversas sepulturas. O Pe. André de Resende, por seu lado, descobriu neste termo um marco miliário que comprovava a tal estrada militar da época romana.
Um dos primeiros documentos relativos a Odivelas datam do século XIV. Em 1308, o concelho de thumb_odivponteÉvora fazia diversas doações de herdades nesta freguesia a João Moniz, clérigo do rei. Do século XIX é a ponte de Odivelas, famosa pela sua forte estrutura e coesão artística. 
A nível administrativo, esta freguesia pertenceu ao concelho de Alcácer do Sal e ao do Torrão antes de ser integrada definitivamente no concelho de Ferreira do Alentejo. 
A figura mais ilustre da história de Santo Estevão de Odivelas foi sem dúvida Luís Cerdeira. Padre Jesuíta, entrou para a companhia em 1633 e foi professor na Universidade de Évora e de Coimbra. Morreu na primeira destas cidades em 1684.

Eventos

 ◄◄  ◄  ►►  ► 
MAIO 2017
Seg. Ter. Qua. Qui. Sex. Sáb. Dom.
1
Odivelas
Data :  01-05-2017
2
3
Ferreira do Alentejo
Data :  03-05-2017
4
5
6
Ferreira do Alentejo
Ferreira do Alentejo
Ferreira do Alentejo
Data :  06-05-2017
7
Ferreira do Alentejo
Data :  07-05-2017
8
Ferreira do Alentejo
Data :  08-05-2017
9
Ferreira do Alentejo
Data :  09-05-2017
10
Ferreira do Alentejo
Data :  10-05-2017
11
Ferreira do Alentejo
Ferreira do Alentejo
Data :  11-05-2017
12
Ferreira do Alentejo
Data :  12-05-2017
13
Ferreira do Alentejo
Ferreira do Alentejo
Ferreira do Alentejo
Data :  13-05-2017
14
Ferreira do Alentejo
Data :  14-05-2017
15
Ferreira do Alentejo
Ferreira do Alentejo
Data :  15-05-2017
16
17
Ferreira do Alentejo
Data :  17-05-2017
18
Sem imagem
Ferreira do Alentejo
Ferreira do Alentejo
Data :  18-05-2017
19
20
Ferreira do Alentejo
Figueira dos Cavaleiros
Ferreira do Alentejo
Ferreira do Alentejo
Ferreira do Alentejo
Data :  20-05-2017
21
Ferreira do Alentejo
Ferreira do Alentejo
Data :  21-05-2017
22
Ferreira do Alentejo
Data :  22-05-2017
23
24
25
Ferreira do Alentejo
Data :  25-05-2017
26
Ferreira do Alentejo
Alfundão
Data :  26-05-2017
27
Sem imagem
Ferreira do Alentejo
Ferreira do Alentejo
Ferreira do Alentejo
Ferreira do Alentejo
Ferreira do Alentejo
Data :  27-05-2017
28
Ferreira do Alentejo
Ferreira do Alentejo
Data :  28-05-2017
29
Ferreira do Alentejo
Data :  29-05-2017
30
31

Publicações

Redes Sociais

g youtubebutton twitter